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A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

Benjamin Button

Aprendi que se se quer fazer uma coisa, faz-se e pronto.

É preciso muito pouco para se ser feliz, apenas a mulher que amamos e um colchão.

As nossas raízes podem ser indeterminadas a vida toda e não interessa de onde viemos mas sim o que nos ensinaram a ser.

Vivemos para quê? Para recordar e amar; para ver viver e morrer.

Ver o mundo através dos nossos olhos nunca fez tanto sentido para mim, tal como ser livre.

(fez-me questionar seriamente porque ando a tirar um curso académico...)

Dar-te a mão quando as emoções eram fortes, quando algo se tornava nosso... (suspiro)

Ver uma projecção do que é o nosso sentido de vida no grande ecrã dá continuidade aos meus ideais.

Um dia vou ser bailarina: posso?

Agora compreendo a minha obsessão por todo o tipo de bilhetes e pequenas recordações: os nossos filhos irão ver tudo o que fizemos, como era, como foi... as minhas agendas mágicas.

Já escolhemos o nome que faltava para uma das nossas panquecas: Gianna, Manu Bertrand, Marie Madeleine e Benjamin.

(Fiquei com um folgo ainda maior para te amar e com uma nova frase para dizer à noite)

 

Nunca nada me havia tocado como este filme: só tu, todos os dias, mas foi incrível.

 Apetece-me um abraço. Xi?

 

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