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A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

Sobre isto:

Mais um dia que passou; um dia e tanto... atribulado de certa maneira. Hoje faz um ano que fomos comer o nosso primeiro jantar enquanto namoradas, que vimos o mundo a passar na nossa praia e que tiramos a melhor fotografia que tiramos até agora (ou pelo menos a mais especial!). No entanto, hoje, algo não fez click. E caramba, entristeceu-me. Tivemos uma manhã rápida mas genialmente planeada, em que pudemos matar 1/6 das saudades que estão aqui armazenadas. E depois, depois... veio a tarde. Uma tarde que preferia esquecer, não ter falado nem ter piscado os olhos. Preferia não te ter ligado ou sequer dito para vires. Detesto quando falo mal, quando falo como o meu pai, quando sou arrogante como ele e descarrego em ti: não é justo. Contudo não é justo que te mantenhas calada e me faças sentir parva porque simplesmente não queres falar; não gosto de passar uma tarde inteira a sentir-me angustiada, a sentir-me com um nó na garganta nem a repetir 50 vezes o mesmo: "que foi?".

Enfim, acho que podia ter sido melhor mas também podia ter sido pior. As relações são feitas de tudo, e no tudo se encontra o nada e neste se encontra o tudo. Amo-te de qualquer forma, olhos verdes.