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A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

Could be the gayest weekend of my life.

 

Os bonequinhos do Keith Haring já dançam de novo em cima da mesa.

Amanhã volto a Serralves pela je ne sait quoi vez consecutiva - mas ainda não é desta que vais comigo.

 

"It's more fun if you raise your arms like this!" - gosto de sorrir e rir contigo, Rita.

Não há nada que em faça sorrir tantas vezes como tu e nada que me faça dar gargalhadas como o teu sentido de humor.

Quero os teus braços de novo e quero a cama toda para nós: porque gaja que é gaja... Sabe o que é bom e olha para as outras  diz: f****-**, não sabes o que andas a perder (lésbicas ninfomaníacas, faxavor!).

 

Já estás longe e contigo já la vão as horas de trabalho perdidas (o Bolonha bem tenta destituir esta vida boémia de prazer e cultura útil mas connosco não vai avante!) de sono perdidas e de overdose de comida. Gosto do Italiano ao pé do mar e gosto de almoços espontâneos contigo mesmo que depois sejamos corridas a águas frize e uma dose de kukuxumuxu  inigualável. 

 

O que me custa mais quando partes é... tudo. Não consigo definir o que mais falta me faz em ti: tudo o que tens me faz feliz, és um pacote de cookies: impossível de parar de comer. Fazes-me sentir mais mulher do que alguma vez fui e fazes-me sentir uma gay woman orgulhosa.

 

O quarto,quando entrei, ainda tinha vestígios da tua presença e os teus miminhos fazem-me falta.

Mas, sexta, às 8h30 no Porto. Deal?

 

 

 

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Muskelin n# 1. Tudo menos pizza.