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A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

Nine

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 Lily La Fleur: Directing a movie is a very overrated job, we all know it. You just have to say yes or no. What else do you do? Nothing. "Maestro, should this be red?" Yes. "Green?" No. "More extras?" Yes. "More lipstick?" No. Yes. No. Yes. No. That's directing. 

 

No que toca às interpretações, surprrenderam-me Stacie Ferguson e Kate Hudson; Nicole Kidman apareceu pouco, mas quando aparece, fá-lo com uma elegância estrondosa. Judi Dench já nos habitou a vê-la perfeita, tal como Sophia Loren. Quem me tirou o folgo durante o filme foram a brilhante Penélope Cruz - simplesmente divinal! - e a Marion Cotillard - num papel de esposa extremosa e desfeita - perfeita - dançarina. Daniel Day-Lewis é em tudo bom menos quando canta: só valeu a sua última interpretação musical. Fotografia do género cliché - aquilo que eu gosto de ver num filme de época. Banda sonora merece especial atenção, com umas harmonias italianas a roçarem o latino; coreografias engenhosas, bem trabalhadas e sobretudo cativantes: desnecessário será dizer que para um musical funcionar, é preciso bem mais do que um punhado de estrelas. Rob Marshall surpreendeu-me pela positiva. 

 

Um se não: o filme precisava de mais meia hora para ter um final digno e faustoso. Como o foi o filme inteiro.