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A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

Dull Life #11

Não - não sei onde é que as coisas acabaram e onde começaram. Não sei, não tenho a certeza, não tenho datas. Não sei qual foi o último beijo nem qual foi o verdadeiro primeiro beijo. Não sei qual a música do fim nem a música do princípio, não sei qual o cheiro que estava  presente, o sabor que tinha na boca. Mas se tivesse que escolher, não saberia para onde me virar. Ainda bem que não tenho que o fazer. Foi 2010, pronto. Ponto. Foi o Marés Vivas com toda a certeza, foi o mês de Agosto, foi o Verão. Mais do que isto? Nem a Mouleskine mo sabe dizer. E é estranho, é difuso. Mas precisamos mesmo de datas? Sinto-me uma verdadeira aberração por ter agido como agi, mas ao mesmo tempo não consigo imaginar uma forma diferente de o fazer - ou forma diferente de o ter feito - porque convenhamos: aquilo que eu sinto dita tudo o que faço. Agir nem sempre se conjuga com pensar para mim - muito raramente. Peço desculpa às envolvidas.

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