Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

Edition Gallimard, 1982

Image and video hosting by TinyPic

 

 " La ville est grande, si grande qu'on n'en voit jamais la fin. Peut/etre qu'on pourrait marcher des jours et des jours le long de la meme avenue, et la nuit viendrait, et le soleil se leverait, et on marcherait toujours le long des murs, on traverserait des rues, des parkings, des esplanades, et on verrait toujours miroiter a l'horizon, comme un mirrage, les glaces et les phares des autos."

 

J. M. G. Le Clezio - La ronde et autres faits divers.

when I look up #21

Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

 

E depois o Daniel diz: ela e a sua mochila da Coca-Cola.

E a Rita diz: americana fora de sítio.

 

Hm... Comprei-a na semana passada numa tabacaria tipicamente portuense aqui debaixo de casa. De 1991 - uma das coisinhas que me veio encher a imaginação. Couro castanho, sistema de fecho seguro e bolsa exterior. In love.

Desalojar de ideias # 32

Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

 

Há dias que valem a pena por construções físicas - volumes. Há outros que valem a pena por construções idílicas - vácuo.

 

FLUP - corredor exterior, piso -1 biblioteca e café de 0.35€ de todas as manhãs.

when I look up #19

Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

 

As nossas SIGG:

 

para beber água, para levar para fora, para poupar o planeta, para estarmos sempre hidratadas, para impor um certo iconismo, para partir a cabeça a qualquer um que se meta connosco!

Porto, le 1 octobre 2009

Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

 

Image and video hosting by TinyPic

Image and video hosting by TinyPic

 

Já fui à minha primeira aula de francês; finalmente comecei as leituras substanciais e hoje, por ser hoje, levei a minha rita à faculdade mesmo não tendo aulas. 

 

Há dias em que pisamos o ar e não nos apercebemos de quão redutor e gracioso pode ser. Há dias em que escorregamos sem cairmos estatelados no chão e há, sobretudo, dias em que amo o frio com todas as moléculas que me compoem.

 

Pág. 2/2