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A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

O que nos faz desejar (algo) é o facto de ser temporariamente inacessível #5

é verdade sim, espero pelos dias em que chegas a casa, despes a camisa e te vens pegar a mim no sofá. das-me um beijo na bochecha e falas suave, quase como para não te ouvir. pego na tua cabeça, deito-a no meu colo e sonho através dela; levanto-me para te despir a saia e empurrar-te para a casa de banho, para o chuveiro. claro que a partir daí há imensas hipóteses: posso juntar-me a ti, posso esperar-te com a tolha no colo,posso ir buscar duas bolachas que fiz durante a tarde, posso ir apanhar a alface para o jantar, posso ligar o gira discos e por jazz de fim de tarde... posso ficar quieta, hora e horas, pensar em tudo e nada - porque o tudo, ao fim ao cabo, é nada no universo porque é imensamente grande... - e desejar-te por mais tempo. sempre mais tempo: a meu lado, no meu colo, no chuveiro ou em frente do carro com um copo de café à minha espera. é sempre e durante mais tempo.

Zen Habits - lema

Realize it’s possible, instead of telling yourself why you can’t.

Become aware of your self-talk.

Squash negative thoughts like a bug.

Replace them with positive thoughts.

Love what you have already.

Be grateful for your life, your gifts, and other people.Every day.

Focus on what you have, not on what you haven’t.

Don’t compare yourself to others.

But be inspired by them.

Accept criticism with grace.

But ignore the naysayers.

See bad things as a blessing in disguise.

See failure as a stepping stone to success.

Surround yourself by those who are positive.

Complain less, smile more.

Image that you’re already positive.

Then become that person in your next act.

 

Aqui

No fim:

A verdadeira colheita do meu dia a dia é algo de tão intangível e indescritível como as matizes da aurora e do crepúsculo. O que tenho nas mãos é um pouco de poeira das estrelas e um fragmento do arco-íris.

 

Henry David Thoreau

when I look up #35

Acabei de receber a minha última nota de exame: 18. Estou de férias.

Foi um ano particularmente intenso, bom, alegre, novo e irritantemente veloz; aluguei casa com a minha mais-que-tuda, comecei um novo curso abandonando o primeiro (desilusão), conheci gente nova irritante e gente nova super feliz (Rui e Joana!), revisitei antigas amizades, fiz imenso esparguete à bolonhesa e comida italiana no mês de Abril, fiz 20 anos e ella também, a liberdade sexual foi maior, conheci a Celsa Matilde e fiz-lhe o enterro, conheci o Celso, a Lúcia, o Casimiro e o Antunes - professores da casa que tanto nos ensinam a viver como a estudar. Mudei-me para o Porto, uma cidade onde nunca pensei realmente ficar e adorei. Comprei livros que agora vou ler, fui a mais um concerto no Coliseu em Maio e mais que tudo aprendi a ser paciente, a dormir mesmo com o vento a bater-me nas portas, onde fica o Santo António e a ouvir atentamente o que está nas entrelinhas. Foi um bom ano, afinal. Foi um bom ano...

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