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A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

Chegamos!

Na verdade, chegamos na segunda à noite à Invicta depois de uma viagem bem bem (mas mesmo bem) chatinha e ruidosa! Só hoje é que já ganhei (mais ou menos diga-se de passagem) força para vos dar novidades. 

 

(A minha torrada acabpu de saltar para fora e está toooodaaaa esturrada!) - Ora, a nossa viagem começou pela descida até ao Altentejo onde fomos passar uns dias com um grande amigo nosso. Évora (embora já lá tenha estado duas ou três vezes) nunca deixa de surpreender por alguns recantos e algumas surpresas que se encontram por lá... E pela quantidade de museus que tem! Fomos andar de coche pela baixa com dois cavalinhos muito lindos e um sr tipicamente alentejano que nos foi guiando pela cidade (embora o nosso amigo já o tivesse feito e ia fazendo à medida que íamos passando pelo património mais carismático). Andamos umas boas quatro horas a pé pela cidade, a conhecer-lhe os recantos até que decidimos ir almoçar. A única vez que fomos almoçar fora e que valeu mesmo a pena: das entradas saliento, as azeitonas, o pão alentejano, o queijo serrano e uns cogumelos com pesto de coentros divinal (estava tão bom que nos esquecemos de tirar foto :O); do prato principal, secretos de porco com migas de espargos acompanhadas com uma caneca de 40cl de sagres. Eh pá, foi mesmo do caneco comer aquilo tudo e beber tudo por cima! Como devem calcular, saímos do restaurante pela hora de mais calor, a rebolar e tínhamos uma rua gigante para subir. Lá conseguimos chegar, e partimos à descoberta do que restava ver. Ao final da tarde e porque o nosso amigo mora num condomínio com piscina... Fomos dar um mergulho que soube mesmo bem depois de 6h de caminhada e um repasto daqueles. 

 

No segundo dia não fomos para Évora uma vez que já tínhamos visto tudo. Fomos até à Herdade da Mitra onde se estuda veterinária em 40 hectares de terra por onde andam cavalos e vacas a pastar na tranquilidade dos pastos alentejanos. Fizemos festinhas a cavalos, "amamentamos" vitelas, fizemos festas a cães de três patas e andamos por aquela herdade bem felizes, a respirar ar puro e a ver a vida animal do quotidiano nas lezírias. 

 

Para variar, o tempo cinzento foi connosco para o Alentejo e no domingo levantaram-se as nuvens e começou a resplandecer o sol todo poderoso... Quando tínhamos que ir embora para Lisboa! Ai que nervos, estava-se tão bem naquela piscina! 

 

2ª PARTE

 

Lisboa. A nossa anfitriã foi nos buscar a sete rios e lá fomos nós pousar as malas e rumar até ao Alive. O Alive continua a ser um festival que tem um cartaz muito forte mas que se torna tão desgastante logo na 1ª hora que nos faz logo pensar duas vezes em estar ali. Ouvimos bandas novas e vimos bandas que me acompanham desde a minha adolescência. E por mais que digam que ao lado de Depeche Mode ou Green Day não tenha sido na espetacular... Eu passo já a explicar o que é que se passou: mais de matade das pessoas que estavam ali, estavam para ouvir apenas e só "Use Somebody" e "Sex on Fire" - êxitos reconhecidos mas que para mim não validam nada o sucesso dos KOL uma vez que os sigo desde o primeiro albúm (que curisoamente comprei em Lisboa) e acho que os primeiros três albúns são de facto os mais impressionantes. De qualquer forma, foi um concerto fantástico: senti toda a energia deles em palco em mim e nas pessoas que me rodeavam; têm um carisma muito grande em palco e deram um concerto que penou apenas por não terem tocado a Charmer e a Red Morning Light, de resto... 5*. Tame Impala e Phoenix também foram reis em palco e deu bem para fazer uma vénia ao cartaz do Alive de novo. 

 

Segunda andamos por Lisboa a passear, fomos almoçar à Hamburgaria do Bairro (yummi!) e andamos pela baixa. Estava decidida a ir ao MUDE quando me deparei com as portas fechadas sem qualquer aviso na porta. Em breve o relógio diria que estava na hora de ir andando e foi de facto tudo muito à justa mas conseguimos chegar às 18h ao autocarro. 

 

Chegar a casa depois de uns dias de férias é sempre desolador e recompensador ao mesmo tempo... É sempre um dilema. 

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