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A vida de Mala Aviada

A vida de Mala Aviada

Desalojar de ideias #142

Ando a magicar; quando me ponho a magicar, é melhor colocarem um muro de betão do tamanho ali da Casa da Música e acho que nem isso trava o meu pensamento. Francamente, até gosto de andar assim. É sinal que o meu cérebro ainda funciona e que não está atado aquilo que faço diariamente. Houve dois abanões que me deram para ver se acordo desta vida um bocado embaraçosa à qual sucumbi. Mas esperem, não é embaraçosa de embaraço "detesto a minha vida e quero que tudo mude". É o embaraço de ter um curso que não me serviu de nada (não sou a única que para aí anda...), de ter tanto potencial em mim mas tê-lo entupido com tralha que não serve para nada (voltamos à licenciatura, não é verdade?) e com coisas que me deixam um bocado menos feliz - adoro-te sofá, por favor não vás embora! Bom, é assim. Preciso de voltar a tocar guitarra (check - e agora o reportório alargou porque tenho mais 500 bandas fenomenais que posso tocar!), voltar a pintar (o material está ali todo tipo... WTF?) e desenhar (isso tenho feito mais ou menos, mas ainda assim numa frequência mais baixa). Depois, preciso de adquirir alguns instrumentos de trabalho, seja: uma máquina com a qual consiga manusear mais ou menos, e que me dê para trabalhar fotograficamente (confirma-se que as lumix têm lentes da leica e são muitas vezes melhores que as reflex da canon), uma mesa digitalizadora que já traga alguns programas de edição (como o photoshop), canetas (tipo borronas) e papel de aguarela extra prensado... Bom, a lista pode ficar extensa mas os dois primeiros itens, sobretudo o do meio, será um grande passo e uma grande ajuda. 

 

Até lá, vou-me concentrado nos projectos, nas ideias a fervilhar, a magicar. Coisas boas, I HOPE. Vá, vamos lá por um sorriso na fronha porque o dia de amanhã é melhor. 

 

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